ESCUDO GCD — Plataforma de Gestão de Crises Desportivas · Versão 1.2 · Última actualização: Agosto de 2026
O responsável pelo tratamento dos dados pessoais recolhidos através da plataforma ESCUDO GCD é Fernando Mendes da Costa, autor do Modelo GCD e titular intelectual da plataforma.
Contacto para questões de privacidade: privacidade@escudogcd.fmc-pt.pt
O responsável responde aos pedidos dos titulares no prazo máximo de 1 mês a contar da recepção do pedido, podendo esse prazo ser prorrogado por mais 2 meses em casos de especial complexidade (art. 12.º RGPD).
A plataforma recolhe os seguintes dados pessoais:
A plataforma não solicita categorias especiais como requisito de registo. Contudo, uma organização pode introduzir dados sensíveis na descrição documental de uma crise. Nesses casos, deve existir base legal, minimização, controlo de acesso e instruções adequadas da organização responsável pelo tratamento; durante testes devem ser usados dados fictícios ou anonimizados.
Os dados são tratados para as seguintes finalidades:
A plataforma não utiliza os dados para publicidade, marketing, perfilagem comportamental ou partilha com terceiros para fins comerciais.
O direito ao apagamento (RGPD Art. 17.º) aplica-se aos dados pessoais identificáveis (PII). Determinadas categorias de dados podem, contudo, ser retidas por prazos mais longos com fundamento em obrigação legal, interesse legítimo ou defesa de direitos em processo judicial (RGPD Art. 17.º, n.º 3).
A tabela seguinte define os prazos de retenção por categoria de dados:
| Categoria de dados | Prazo de retenção | Base legal |
|---|---|---|
| Dados de conta (nome, email, password) | Anonimizados em 7 dias após pedido de eliminação | RGPD Art. 17.º — Direito ao apagamento |
| Dados de crises e relatórios operacionais | Conservados anonimizados após eliminação do utilizador; prazo definido pela organização | Execução do contrato · Interesse legítimo da organização |
| Registos de auditoria (ban_log, acções administrativas) | 3 anos | Interesse legítimo — defesa em processo judicial (Código Civil Art. 309.º) |
| Comunicações enviadas pela plataforma | 1 ano | Lei 41/2004 (ePrivacy PT) · Interesse legítimo |
| Logs de segurança (tentativas de acesso, rate limit) | 90 dias (memória volátil — não persistido) | Interesse legítimo — segurança da plataforma |
| Dados fiscais e contratuais (faturas, planos contratados) | 10 anos | Código Comercial Art. 40.º · Código IRS/IRC Art. 118.º/123.º |
| Tokens de recuperação de palavra-passe | 1 hora (expiração automática) | Execução do contrato · Segurança |
| Cookies de sessão e preferências | Sessão (sessão) ou até 12 meses (preferências) | Consentimento · Ver Política de Cookies |
| Dados introduzidos pela organização (crises, atletas, entidades) | Definido pela organização contratante (co-responsável pelo tratamento) | RGPD Art. 26.º — Co-responsabilidade |
Nota: após anonimização de um utilizador, os dados de crises e registos operacionais são mantidos sem qualquer referência identificável à pessoa — deixam de constituir dados pessoais para efeitos do RGPD.
Os dados pessoais não são vendidos, alugados nem partilhados com terceiros para fins de marketing.
São partilhados apenas com os seguintes subcontratantes estritamente necessários à prestação do serviço:
A transferência para países terceiros fora do EEE assenta em mecanismos adequados nos termos do RGPD (cláusulas contratuais-tipo ou decisões de adequação).
Nos termos do RGPD, os titulares dos dados têm direito a:
Para exercer qualquer destes direitos, contacte: privacidade@escudogcd.fmc-pt.pt. O responsável responde no prazo máximo de 1 mês.
A plataforma ESCUDO GCD não toma decisões automatizadas com efeitos jurídicos ou significativos sobre os titulares dos dados, nos termos do art. 22.º do RGPD. As ferramentas de inteligência artificial disponíveis na plataforma são de apoio à decisão humana — a decisão final cabe sempre ao utilizador.
Em caso de violação de dados pessoais (data breach) que coloque em risco os direitos e liberdades dos titulares, o responsável pelo tratamento compromete-se a:
Para reportar suspeitas de incidente de segurança: privacidade@escudogcd.fmc-pt.pt
A plataforma implementa medidas técnicas e organizacionais adequadas para proteger os dados pessoais, incluindo: autenticação por token JWT com expiração, isolamento de dados por organização com Row-Level Security a nível de base de dados, transmissão cifrada via HTTPS, e controlo de acesso baseado em funções (RBAC).
A plataforma ESCUDO GCD destina-se à gestão de crises desportivas. Os utilizadores, no exercício das suas funções, podem introduzir informações sensíveis sobre situações, pessoas e organizações.
A organização contratante é co-responsável pelo tratamento dos dados que os seus membros introduzem no sistema. É responsabilidade da organização garantir que os dados introduzidos:
Durante fases de teste, é expressamente recomendado o uso de dados fictícios ou devidamente anonimizados.
Esta política pode ser actualizada para reflectir alterações técnicas, legais ou funcionais da plataforma. As alterações serão comunicadas por email ou através de aviso na plataforma.